Francisco Nave

Serei eu do Hipocampo? Haverá tanto Auzet em mim?

A ausência de ligação e o distanciamento face ao território visitado tornam o seu estudo e interpretação permeáveis à projeção de memórias — muitas delas geradas no próprio ato de recolha visual durante as residências.

Deste processo emerge um território outro: um espaço onde o sonho e a memória se entrelaçam e se reconfiguram. As imagens recolhidas deixam de ser apenas registo e tornam-se matéria sensível, contribuindo para a construção de uma paisagem difusa, turva e nebulosa, que persiste e se suspende na memória.


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